quinta-feira, 25 de maio de 2017

Visita Técnica no Shopping Pátio Batel

No dia 23/5 os alunos do 6° período de Administração, disciplina de Pesquisa de Mercado e Comportamento do Consumidor realizaram sob a orientação do Prof. Isaak Soares, visita técnica no Shopping Pátio Batel com o objetivo de conhecer seu funcionamento partir da perspectiva mercadológica e permitir que os alunos pudessem ver aspectos do shopping que sustentam o posicionamento do mesmo perante o mercado, como: mix de lojas, projeto arquitetônico, serviços, diferenciais, além de ter uma visão do cotidiano do shopping, não pela visão de "consumidor" mas "como de um "analista de marketing".


Os alunos foram recebidos pela área de concierge do shopping e puderam assistir uma palestra sobre a proposta de valor no empreendimento, os pilares de sustentação do conceito do Pátio Batel, os diferenciais, a atuação no mercado, os serviços, a relação com o cliente e outros elementos mercadológicos. Na sequência foi feita uma visita em áreas internas do shopping, onde puderam ter acesso a processos que fazem parte da estrutura do shopping, mas que não estão a percepção do cliente. 




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Pesquisa de Mercado

No dia 20/05, os alunos do 6° período, na disciplina de Pesquisa de Mercado e Comportamento do Consumidor, sob orientação do prof. Isaak Soares, fizeram um trabalho de coleta de dados para pesquisa quantitativa, na feira do Alto da Glória.  

O objetivo final da pesquisa é de compreender o perfil do usuários da feira, entendendo os motivos da vinda, quanto tempo já frequenta, com quem vem, o valor gasto em cada visita e a percepção que tem acerca do local. Academicamente, o objetivo era permitir que os alunos tivessem uma experiência de pesquisa real, saindo do ambiente virtual, entrevistando pessoas no cotidiano e sentido o que é desenvolver uma atividade de pesquisa in loco. 

"Além disto, era a primeira vez que os alunos iam aquela feira, e como não a conheciam, foi solicitando, que antes de começar a coleta, que eles usassem o 'método de observação participante', ou seja, a partir de um check list, eles observassem elementos da feira e do frequentadores. Isto permite que os alunos vejam a ferramenta de pesquisa, não apenas pela técnica convencional do 'questionário', mas também que possam descobrir elementos mercadológicos, a partir do processo de inserção dentro das realidades estudadas", informou o prof. Isaak Soares, responsável pela visita técnica. 


A feira livre do Alto da Glória é uma das maiores e mais
tradicionais da cidade, com mais de 40 anos de funcionamento.





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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Palestra no CRA-PR

CONVITE PARA PALESTRA NO CRA-PR


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terça-feira, 23 de maio de 2017

Por onde anda: João Tosin e João Betenheuser

"Por onde anda?" é um espaço criado em nosso blog destinado aos egressos do Curso de Administração do Unicuritiba com o objetivo de compartilhar suas experiências, aventuras e desafios no mundo da administração e dos negócios. 




E aí, João Augusto Betenheuser e João Henrique Tosin, por onde andam?

Tosin: "No final de 2012, após duas tentativas fracassadas de empreender, comecei a trabalhar com comercialização de lojas de shopping centers. Era um mercado difícil, lidávamos com empreendedores, investidores e proprietários de lojas dos mais diversos tipos, e como intermediários tive que aprender a manter os ânimos sob controle, a administrar o meu tempo e também os meus recursos, que na época eram escassos."

Betenheuser: "Somos amigos de infância e nos reencontramos no Unicuritiba como colegas de sala. Comecei em 2014 a trabalhar com o Tosin, na mesma área de shopping centers, e nessa época decidimos diversificar e colocar em prática um pouco do que estávamos aprendendo em sala de aula, conquistamos nosso primeiro cliente de consultoria em administração e finanças!"

 João Tosin e João Betenheuser.

Tosin: "Nosso primeiro cliente de consultoria tinha problemas sérios de organização financeira, e destinava todo o seu lucro do mês para pagar dívidas do cheque especial, que usava como capital de giro. Ao longo do tempo fomos descobrindo oportunidades de melhorar a gestão dessa empresa, o que nos trouxe novos clientes e com isso a saída do mercado de shopping centers e a consolidação de nossa carteira em consultoria financeira e orçamentária."

Betenheuser: "Como fazíamos a maior parte da gestão financeira de nossos clientes, começamos a identificar processos que poderiam ser otimizados, e com isso começamos a modelar o negócio que se tornaria nosso principal serviço: a gestão financeira terceirizada."

Tosin: "Logo o negócio tomou porte, nossos clientes indicaram outros, nosso comercial se estabeleceu e recebemos, no final de 2016, um sócio-investidor que acreditou em nosso negócio e trouxe fôlego para uma expansão. Nessa época consolidamos nossa marca e passamos a nos denominar Celero."

www.celero.com.br
Betenheuser: "Aumentamos nossa equipe, nossa estrutura física e fomos, aos poucos, profissionalizando nossa gestão. Hoje atendemos empresas de diversos setores e tamanhos, empregamos mais de 10 colaboradores e trabalhamos de maneira específica nos processos da terceirização financeira."

Tosin: "Criamos dentro da empresa um departamento de tecnologia, para otimizar os processos manuais e permitir maior escalabilidade para a Celero Finanças. Temos também um departamento exclusivo para marketing e outro só para atividades comerciais. Nosso cenário futuro é otimista e planejamos mais uma grande expansão ainda em 2017, para aumentar nossa carteira de clientes e tornar nosso serviço acessível para ainda mais empresas.”
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Semana Acadêmica de Administração 2017/1

Fotos do primeiro e segundo dia da Semana Acadêmica de Administração, com participação do professor Samir Bazzi com a palestra "A vida é uma viagem" e dos especialistas da Votorantin, Grasieli Daru e Paulo Santos, dialogando com os acadêmicos sobre Gestão. 






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quinta-feira, 11 de maio de 2017

A carne é fraca.

Na sexta-feira, 17 de março de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação Carne Fraca, que anunciou como a maior da história da corporação. A Operação Carne Fraca revelou vínculos criminosos entre empresários do agronegócio e fiscais agropecuários federais, que recebiam propinas para emitir certificados sanitários sem fiscalização. Os fiscais fechavam os olhos para a falta de higiene dos estabelecimentos, para produtos com prazos de validade vencidos, para carne estragada e até para a presença da bactéria Salmonella em alguns produtos.

Prof. Edson Mantovan.
A preocupação das empresas do setor e do  Ministério da Agricultura está nos sérios danos causados à imagem das companhias brasileiras do setor alimentício. Diversos países importadores anunciaram o bloqueio de carne brasileira em seus territórios, afetando as exportações nesse segmento importante de nossa economia. Caso esses embargos persistam, empresas do ramo serão fechadas e milhares de funcionários serão demitidos. 

Em função disso, a Policia Federal está sendo culpabilizada pelos órgãos governamentais. As perguntas que faço são simples. Quem é o culpado? Quem pagará a conta?

Quem pagará a conta é mais fácil de responder: os produtores de carnes, pois com a diminuição da procura o preço tende a cair; os funcionários das empresas envolvidas, pois podem ficar sem seus empregos; a população que porventura tenha consumido carne estragada, pois pode pagar com a saúde, um valor bem mais alto que o dinheiro.

Tentemos agora esclarecer de quem é a culpa. As empresas envolvidas vão culpar fornecedores e funcionários; segundo o Governo, a Policia Federal é culpada, pois generalizou na divulgação do problema, afetando as exportações; e segundo os fiscais, o sistema os forçou a se corromperem.

Em minha opinião, o verdadeiro culpado da Operação Carne Fraca é a fraqueza da Carne Humana, é o caráter do ser humano, que acha normal a busca do lucro a qualquer preço, olhando apenas para seu umbigo e não observando que essa prática afeta o consumidor final e a reputação do País.


A pessoa que come carne estragada pode ser infectada por bactérias perigosas, que podem levar à morte. Sempre que um empresário tiver que decidir entre adulterar a indicação do prazo de validade ou assumir o prejuízo, deve-se perguntar quanto vale uma vida? Essa pergunta deve fazer parte dos indicadores de decisão, pois para evitar um pequeno prejuízo pode-se gerar um prejuízo muito maior para indivíduos e para a sociedade em geral.

Deus diz que devemos amar o próximo como a nós mesmos; portanto, todo empresário que acha que o próximo pode comer carne adulterada sirva antes o produto a si mesmo e a sua família.

Prof. Edson Mantovan, graduado em Engenharia Industrial Elétrica, Especialização em Matemática  e Mestrado em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina. 
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Cultivando a ousadia.

Desde o início dos tempos, nesta nossa aventura no planeta que convencionamos chamar de Terra, nós, os seres humanos, mostramos uma colossal habilidade para ultrapassar obstáculos e vencer desafios. Muito mais do que uma simples característica ou mera resposta ao ambiente, nossa espécie possui uma fascinante qualidade: a característica de cultivar a ousadia.

Prof. Sérgio Itamar.
A ousadia está, de certa forma, enraizada em nosso código genético, somando-se ao desejo pelo desconhecido e pela aptidão para o risco. A imaginação, a coragem e o desejo fizeram e ainda nos fazem companhia em nossa história, quer seja por meio de visões, como as de Júlio Verne e seu “Gun Club”, quer seja em realizações como as de Neil Armstrong. Inspirados pela imaginação e pela criatividade, ousamos realizar - esta é nossa essência, este é o nosso legado.

Assim como a ousadia se mostrou um dos pilares para que o homem superasse as adversidades a ele apresentadas diariamente pelo ambiente e, assim, consequentemente, pudesse evoluir, hoje ela se mostra uma das principais características empresariais das corporações que buscam superar seus desafios e atingir novos objetivos. Este fato se materializa em percepções, hoje amplamente discutidas em fóruns empresariais com temas relacionados à gestão estratégica de riscos, inovação e oportunidades.
Para inovar e estar apto a aproveitar as oportunidades, as empresas de todos os portes, precisam necessariamente estar dispostas a enfrentar alguns riscos. As oportunidades possuem perfis tênues que são visíveis somente por olhos preparados para percebê-los, porém são completamente invisíveis para olhares desprovidos de ousadia, assim no complexo e competitivo contexto moderno de mercado, cada vez mais dinâmico e agressivo, é preciso ser capaz de agir com rapidez e precisão, empreender com eficácia e buscar resultados concretos, sem descuidar em nenhum momento da prévia identificação, quantificação e elaboração da mais adequada resposta aos riscos. Além disso, é altamente necessária e recomendável a identificação das oportunidades, por meio de uma metodologia personalizada e integrada.
Prevenir os possíveis eventos capazes, direta ou indiretamente, de constituir uma ameaça (ou prejuízo) a algum objetivo já é uma realidade em boa parte das empresas mais preocupadas com a previsibilidade e controle de suas vulnerabilidades e pontos críticos. No entanto, ainda é muito frágil a iniciativa de se criar mecanismos de incentivo a busca das oportunidades que se escondem entre os riscos. É cada vez mais essencial para as organizações que almejam a excelência em suas atividades o cultivo de um verdadeiro “ecossistema de ideias” dentro da empresa, um ambiente multidisciplinar, voltado à geração de oportunidades e de novas possibilidades.

Ousar é a tendência, focar na realização de ideias inovadoras, estudando seus riscos com uma visão atenta à gestão de oportunidades. Este é o meu conselho para as empresas que buscam o compromisso de crescimento e de diferenciação. Mas, é importante não esquecer, que a ousadia aplicada sem a aquisição planejada e criteriosa de amplo conhecimento é extremamente perigosa, mas obter este conhecimento e não ousar é, com certeza, sempre um grande desperdício.
As empresas mais valorizadas e respeitadas de hoje não são as empresas que se escondem ou evitam os riscos. Ao contrário, a vanguarda está diretamente vinculada às empresas que melhor convivem com os riscos e que conseguem retirar deles as oportunidades que outras empresas mal perceberam. 
O sucesso está na busca metódica, não passiva das oportunidades. Ouse.

Prof. Sérgio Itamar, Especialista em Gestão, MBA em Estratégia, Mestre em Administração e Mestre em Direito.
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